Capellari

Quem já viu o diabo cara a cara e desejou conhecê-lo?

Pois bem, li O diabo de Liev Tolstoi muitos meses após concluir a escrita de meu Felicidade, substantivo feminino. Se tivesse lido antes, talvez o desfecho para a história de adultério de meu protagonista, Grego Fortunato, fosse bem diferente.

Eu certamente não conseguiria apagar de minha memória e de meu coração certas passagens, como a que antecipo aqui, que diz muito sobre as questões morais presentes no enredo tão trágico quanto banal desse exemplo de narrativa russa do século XIX:

“Será possível que eu não consigo me controlar?”, pensava. “Será mesmo que estou perdido? Meu Deus! Ora, não existe Deus nenhum. Existe o diabo! E é ela. Ele se apossou de mim. Mas eu não quero, não quero. É o diabo, sim, o diabo.”

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